Trajetória Profissional
 
DALVA CRISTINA LUZ DA SILVA
 
Formação Acadêmica

  • Graduada com Licenciatura Plena em Ciências Sociais pela Universidade Federal da Bahia;
  • Bacharela em Direito pela Universidade Federal da Bahia;
  • Especialização em Direito Processual Civil – Pós graduação lato-sensu - UNIFACS
  • Especialização em Direito Civil e do Consumidor – Pós graduação lato-sensu – UNYAHNA
  • Psicoterapeuta Sistêmica de Família, Casal e Individual certificada pelo Centro de Estudos de Família e Casal - CEFAC;
  • Constelação Familiar em TSFI – Terapia Sistêmica Fenomenológica Integrativa. Certificação Internacional – Suíça, Alexandra Caymmi – Bert Hellinger.

Formação Complementar

 

  • Advogada Colaborativa certificada pelo Instituto Brasileiro de Praticas Colaborativas;
  •  Formação em Mediação Familiar pelo Instituto de Mediação e Arbitragem de Portugal - IMAP, curso presencial, com carga horária de 90 horas, - Prof. Juan Carlos Vezzulla.
  • Curso em Oficina de Divórcio e Parentalidade – CNJ – TJBa.
  • Curso sobre Terapia Narrativa certificada pela docente Marilene Grandesso, promovido pelo Instituto Humanitas;
  • Curso Básico Internacional de Aprendizagem Intensiva da Terapia Narrativa - Dulwich Centre Foundation International, DCFI, Austrália
  • Programação Neurolinguítica Practitioner – PNL – Kau Mascarenhas – PROSER – Instituto
  • Curso presencial prático em Holding Familiar – Estrutura Jurídico Societária e Aspectos Patrimoniais e Sucessórios;
  • Curso em Constelação Familiar com Bert Hellinger – realizado pela Hellinger Sciencia, HS – Alemanha.
  • Curso em Direito de Família e Direito das Sucessões – realizado pela Fundação Escola Superior do Ministério Público do Estado da Bahia – FESMIP
  • Curso de Observação da Clínica Sistêmica de Casal, com Elda Elbachá – realizado pelo CEFAC – Centro de Estudos de Família e Casal – CEFAC
  • Curso sobre Genograma : Uma Ferramenta Multigeracional – Instituto LOGOS – Terapia e Estudo da Família;
  • Curso sobre Esculturas Familiares, Metáforas e miniaturas – Instituto LOGOS – Terapia e Estudo da Família;
  • Curso sobre Perdas, Luto e Rituais Curativos e Despedida na Terapia – Instituto LOGOS – Terapia e Estudo da Família;
  • Curso de Extensão em Alienação Parental – 30horas – PUC/RJ 
 

Formação em Meios Adequados de Solução de Conflitos – Mascs

  • Mediadora Extrajudicial certificada pelo “Foundation Mediation Program” – Law School da Columbia University – New York City;
  • Mediadora Transformativa certificada pelo “The Institute for the Study of Conflict Transformation” com Joseph Folger;
  • Mediadora Judicial certificada pelo Tribunal de Justiça do Estado da Bahia - TJBA;
  • Instrutora de Mediação e Conciliação certificada pelo Conselho Nacional de Justiça - CNJ;
  • Curso sobre os Modelos Integrados de Mediação de Conflitos – realizado pela Universidade Católica de Salvador – UCSAL e Instituto de Mediação e Arbitragem de Portugal – IMAP.
  • Curso sobre Incorporação de crianças e Adolescentes na mediação - realizada pela Universidade Católica de Salvador – UCSAL e Instituto de Mediação e Arbitragem de Portugal – IMAP.
  • Curso de Transformação de Conflitos, Estudos de Paz e Equilíbrio Emocional – Certificada pelo Instituto Paz e Mente e Instituto Arvorecer com apoio da Cátedra de Paz da UNESCO.
  • Facilitadora em Justiça Restaurativa, em formação, Mediação Penal, Prevenção da Violência e Direitos Humanos - Universidade Corporativa - UNICORP -  TJBA.
  • Curso Estratégias na Mediação Empresarial – realizado pela INTELLIGERE Mediação.
  • I Curso de Integração da Segurança Pública com a Justiça Restaurativa – realizado pelo Tribunal de Justiça do estado da Bahia – TJBA.
  • Curso de Ferramentas em Mediação com Tânia Almeida, realizado pela DUO MEDIAR.
  •  Curso em Direito Sistêmico e Práticas Integrativas – 30horas – Faculdade Innovare. 


Experiência Profissional

  • Experiência em escritório de advocacia cível e família há mais de 30 anos, com vasta experiência em advocacia não adversarial e colaborativa, nas áreas de família e sucessões;
  • Experiência em docência há mais de 30 anos;
  • Palestrante, com participação em Congresso Nacional;
  • Instrutora em 07 (sete) turmas do Curso de Formação em Mediação Judicial promovido pelo Tribunal de Justiça da Bahia – TJBA / CNJ, ocorrido na Cidade de Salvador-Ba.;
  • Instrutora da Capacitação em Mediação Extrajudicial de Conflitos realizada na Cidade de Alagoinhas com o apoio da UNIRB;
  • Instrutora da Capacitação em Mediação Extrajudicial de Conflitos promovida pelo Instituto de Formação, Aprendizagem e Conhecimento – IFAC / Brasil, na Cidade de Salvador-Ba.;
  • Instrutora da Capacitação em Mediação Extrajudicial de Conflitos promovida pela Escola Superior de Advocacia – OAB-Ba., realizada nos Municípios de Ipiaú, Nazaré das Farinhas e Jacobina / Ba.
  •  Formadora de Mediadores Judiciais e Extrajudiciais de Conflitos no Curso promovido pela Escola Superior de Advocacia – OAB-Ba., na Cidade de Salvador-Ba.;
  • Docente da Escola Superior de Advocacia no Curso de Formação em Mediação Extrajudicial de Conflitos – Salvador-Ba.;
  • Docente de Mediação Familiar em Cursos de Pós Graduação;
  • Criadora e Coordenadora do Curso de Mediação Familiar Sistêmica® by Dalva Luz; 

 
+5571999050119;
dalvaluz@dalvaluz.com
www.dalvaluz.com
 

Nos últimos anos, o Brasil tem se deparado com inúmeras discussões sobre os meios adequados de resolução de conflitos, especialmente após a Resolução 125 do Conselho Nacional de Justiça - CNJ, que prevê o adequado tratamento do conflito. A Lei de Mediação e o novo Código de Processo Civil foram também inovações legislativas importantíssimas no fomento dos métodos consensuais de manejo de controvérsias.

Entre os meios de Gestão de Conflitos não há um método melhor que o outro, existe um leque de possibilidades e o advogado vai mapear qual o desafio que o cliente está vivendo e adequar ao método que melhor resolva o conflito, conquanto que ambas as partes sintam-se contempladas em suas expectativas. As praticas Colaborativas tem uma consonância muito grande com a política pública do CNJ e demais legislação, que é a escolha adequada do instrumento para cada caso, conforme Resolução 125/2010;

As praticas colaborativas consistem em um método de gestão de conflitos não adversarial e extrajudicial, de natureza consensual e voluntária, em que todos os envolvidos se comprometem com a não litigância, dialogando em busca de um acordo que traga benefícios para todas as partes envolvidas; 

Em 2011 chegou ao Brasil. Recebeu o prêmio Innovare no Direito de Família na Categoria Advocacia em 2013. Além do Direito de Família as Praticas Colaborativas pods práticas colaborativas surgiram na área do Direito de Família por volta de 1990, através da experiência de um advogado americano de nome Stuart Web e em em ser usadas tanto na área Cível quanto Comercial;

Nas Praticas Colaborativas os advogados assinam um Termo de Não Litigância e Confidencialidade, e se comprometem em naquele caso não recorrer ao litígio, por isto, começam a atuar um com o outro e não um contra o outro. O Termo de Não Litigância é o que define a Advocacia Colaborativa; os advogados se comprometem a não levar aquele caso ao judiciário e todo o diálogo ocorrido durante os encontros fica protegido entre os advogados e coaches em face do princípio da confidencialidade.  Sem este compromisso não há que se falar em Advocacia Colaborativa, mas sim em negociação. Portanto, não havendo acordo os advogados saem do caso e as partes constituem novos advogados. Esta cláusula deve constar tanto no Contrato de Honorários como na procuração, com o fito de dar ciência às partes que deverão constituir novos advogados em caso de inexistência do acordo;

O advogado que atue colaborativamente em um caso específico não está impedido de participar de casos litigiosos (envolvendo outros temas ou outros clientes), só não poderá fazê-lo quando houver firmado o Termo de Compromisso acima mencionado;

O advogado é um assessor, um parceiro, com uma visão prospectiva, ou seja, um olhar voltado para o futuro, buscando atender aos interesses futuro dos envolvidos. Não pode maximizar para um e minimizar para o outro, pois o desequilíbrio coloca as pessoas em situação desconfortável e fomenta o conflito. 

A negociação é pautada pela integração dos interesses e necessidades de seus clientes e familiares, sem barganhas e informações ocultas, com o apoio de uma equipe multidisciplinar composta de especialistas das áreas de finanças, psicologia entre outros. 

A abordagem mono disciplinar do conflito vê a questão de uma forma parcial enquanto que a abordagem multidisciplinar tem uma visão sistêmica e ampla do conflito e o trata olhando para seus vários aspectos: jurídico, financeiro, social, psicológico, etc; O advogado defende o interesse do cliente, mas tem uma visão sistêmica do conflito, uma visão ampla, global, de tudo que está sendo discutido;

As Práticas Colaborativas trabalha com uma equipe multidisciplinar, composta pelos advogados, e outros profissionais que auxiliam na condução da resolução do conflito, como profissionais da saúde, psicólogos, terapeutas e profissionais de finanças, chamados de coaches, todos, inclusive os advogados são devidamente capacitados pelo Instituto Brasileiro de Práticas Colaborativas;

Durante as negociações se necessário os psicólogos e terapeutas ajudam o casal a encontrar uma forma saudável para a separação, ajudando-os a redesenhar a família de forma que todos se sintam bem e contemplados em suas expectativas. Havendo necessidade pode-se também solicitar ajuda a um terapeuta infanto – juvenil;

O coach financeiro é um elemento neutro, ele se relaciona com todos os envolvidos, procurando indicar caminhos razoáveis e factíveis para a economia familiar;

Nas Práticas Colaborativas o advogado é mais que um ajuizador de processo ele é um resolvedor de conflitos, um agente pacificador social.  A sentença dada pelo juiz ela termina o processo, mas não termina o conflito. A proposta das Praticas Colaborativas é pensar “O que é justo para as partes?” “O que seria mais razoável?” É preciso buscar elementos comuns que atendam a todos;

As Praticas Colaborativas utilizam o diálogo como veículo, por este motivo, diminui os custos financeiros, emocional e o tempo, além disto, temos como lucro a preservação da relação social e a manutenção do diálogo, então, todos lucram!

Com as Práticas Colaborativas as pessoas mantêm o controle de suas vidas e negócios e trabalham em conjunto para chegar a um entendimento que atenda a todos os envolvidos, por meio de diálogos pautados na colaboração, respeitando o tempo e a individualidade de cada um;

As Praticas colaborativas também trazem benefícios para a sociedade e para o Judiciário, porque não são judicializadas questões do cotidiano, questões emocionais e relacionais, portanto este espaço fica para que os juízes resolvam questões da lide jurídica / processual, ou seja, conflitos que precisam ser judicializados para serem resolvidos;
Fonte: www. práticascplaborativas.com.br